Nessa Sexta!
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
terça-feira, 11 de junho de 2013
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
quarta-feira, 18 de julho de 2012
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Cânticos de Salomão !
De acordo com o título em 1.1, o cântico dos cânticos foi escrito por Salomão, filho do Rei Davi. Pode-se dizer que é "de Salomão", pois a expressão hebraica "de Salomão"(1.1) pode ser traduzida "de" Salomão (como o seu autor) ou "para Salomão (como a pessoa à qual o livro é dedicado). A opinião tradicional entre judeus é a de que Salomão foi o seu autor (Cf. 1Rs.4.32), para os católicos este livro pertence ao agrupamento dos Sapienciais, que condensam a sabedoria infundida por Deus no povo de Israel, como pertence ao grupo dos sapienciais recebe como autor a figura simbólica de Salomão, o modelo da sabedoria em Israel, tem sua escrita estimada por volta do ano 400 a.C, e constitui-se de uma coletânea de hinos núpcias.
Segundo a Edição Pastoral da Bíblia, o livro é uma coleção de cantos populares de amor, usados talvez em festas de casamento, em que noivo e noiva eram chamados de rei e rainha, que foram reunidos, formando uma espécie de drama poético, e atribuídos ao rei Salomão, reconhecido em Israel como patrono da literatura sapiencial. A forma final do livro, remonta ao século V ou IV AC.
A Tradução Ecumênica da Bíblia sustenta que seu autor certamente não é Salomão.
terça-feira, 10 de julho de 2012
Hieróglifo
É um termo originário de duas palavras gregas: ἱερός (hierós) "sagrado", e γλύφειν (glýphein) "escrita". Apenas os sacerdotes, membros da realeza, altos cargos, e escribas conheciam a arte de ler e escrever esses sinais "sagrados".
A escrita hieroglífica constitui provavelmente o mais antigo sistema organizado de escrita no mundo, e era vocacionada principalmente para inscrições formais nas paredes de templos e túmulos. Com o tempo evoluiu para formas mais simplificadas, como o hierático, uma variante mais cursiva que se podia pintar em papiros ou placas de barro, e ainda mais tarde, com a influência grega crescente no Oriente Próximo, a escrita evoluiu para o demótico, fase em que os hieróglifos iniciais ficaram bastante estilizados, havendo mesmo a inclusão de alguns sinais gregos na escrita.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
Mitologia Egípcia !
Os deuses do antigo Egito, foram Faraós que reinaram no período pré dinástico. Assim, os mitos foram inspirados em histórias que aconteceram de verdade, milhares de anos antes de sua criação.
Para a cultura do antigo Egito o casamento consangüíneo tinha o sentido de complementaridade, unir céu e terra, seco e úmido, por essa razão diversos deuses eram irmãos que se casavam entre si.
Osiris foi o primeiro Faraó e, que com o passar do tempo foi divinizado. Seu reinado em vida marcou uma época de prosperidade e ao morrer passou a ser o soberano do reino dos mortos.
Os deuses egípcios eram representados ora sob forma humana, ora sob forma de animais, considerados sagrados. O culto de tais animais era um aspecto importante da religião popular dos egípcios. Os teólogos oficiais afirmam que neles encarnava-se uma parcela das forças espirituais e da personalidade de um ou mais deuses. Deve ser entendido que o "deus" não residia em cada vaca ou em cada crocodilo. O culto era dirigido a um só indivíduo da espécie, escolhido de acordo com determinados sinais e entronizado num recinto especial. Ao morrerem, os animais sagrados eram cuidadosamente mumificados e sepultados em cemitérios exclusivos.
sábado, 23 de junho de 2012
"Alegria é vida, Não se deixe dominar pela tristeza, nem se aflija com preocupações.
Alegria do coração é vida para o homem, e a satisfação lhe prolonga a vida.
Anime-se, console o coração e afaste a melancolia para longe.
Pois a melancolia já arruinou muita gente, e não serve para nada.
Inveja e ira encurtam os anos, e a preocupação faz envelhecer antes do tempo."
Alegria do coração é vida para o homem, e a satisfação lhe prolonga a vida.
Anime-se, console o coração e afaste a melancolia para longe.
Pois a melancolia já arruinou muita gente, e não serve para nada.
Inveja e ira encurtam os anos, e a preocupação faz envelhecer antes do tempo."
(Rei Salomão.)
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Faraós Pretos do Egito !
Uma civilização africana que rivalizou com o Egito por um século e chegou a dominá-los: Império Kush (localizado na Núbia, hoje Sudão). Este que hoje abriga uma rede terrorista islâmica Al-Qaeda.
Pirâmide de Meroe (le-se Meroé) = última capital do império Kush (antiga Núbia), localizada a 200km a nordeste de Cartum.
Os kushitas conseguiram a independência e, no auge de seu poderio, conquistaram o Egito no século 8 d.C. Durante um século eles imperaram em todo o vale do Nilo, até serem obrigados a retroceder às terras do atual Sudão.
A dinastia de Meroe foi a última numa linhagem de “faraós negros” que governou Kush por mais de um milênio, até 350 d.C., quando o império, já enfraquecido pelas guerras contra o Egito, então sob domínio romano, foi invadido e subjugado pelas tropas de Ezana, rei de Axum (a atual Etiópia).
As pirâmides núbias são mais baixas que as egípcias – a maior possui 30 metros de altura.
Sua equipe descobriu no início deste ano (2011) uma estátua de uma tonelada do rei Taharqa, o mais famoso dos faraós negros.
Muito antes de os faraós negros governarem o Egito, os soberanos da 18ª dinastia egípcia (1539-1292 a.C.) conseguiram dominar a Núbia, que era conhecida por sua riqueza em recursos minerais. Submetida aos egípcios, a elite núbia começou a adotar seus costumes culturais e espirituais, como a veneração a deuses, a língua, os ritos de funeral e enterro e, mais tarde, as pirâmides.
Durante esse período de dominação egípcia, os núbios forneciam ao ocupante outros materiais de valor, como peles de animais, marfim, ébano, gado e cavalos. Com isso, muitos egípcios foram morar na região de Kush e muitos kushitas se mudaram para o norte. Os egípcios também construíram grandes templos e monumentos no local. Um dos centros religiosos de Kush, próximo à terceira catarata do Nilo, era dedicado à estátua do deus egípcio Amon. Outra herança cultural notável foram as pirâmides. Porém, as pirâmides das duas nacionalidades são diferentes. As dos kushitas são mais baixas e mais pontudas.
Pirâmide de Meroe (le-se Meroé) = última capital do império Kush (antiga Núbia), localizada a 200km a nordeste de Cartum.
Os kushitas conseguiram a independência e, no auge de seu poderio, conquistaram o Egito no século 8 d.C. Durante um século eles imperaram em todo o vale do Nilo, até serem obrigados a retroceder às terras do atual Sudão.
A dinastia de Meroe foi a última numa linhagem de “faraós negros” que governou Kush por mais de um milênio, até 350 d.C., quando o império, já enfraquecido pelas guerras contra o Egito, então sob domínio romano, foi invadido e subjugado pelas tropas de Ezana, rei de Axum (a atual Etiópia).
As pirâmides núbias são mais baixas que as egípcias – a maior possui 30 metros de altura.
Sua equipe descobriu no início deste ano (2011) uma estátua de uma tonelada do rei Taharqa, o mais famoso dos faraós negros.
Muito antes de os faraós negros governarem o Egito, os soberanos da 18ª dinastia egípcia (1539-1292 a.C.) conseguiram dominar a Núbia, que era conhecida por sua riqueza em recursos minerais. Submetida aos egípcios, a elite núbia começou a adotar seus costumes culturais e espirituais, como a veneração a deuses, a língua, os ritos de funeral e enterro e, mais tarde, as pirâmides.
Durante esse período de dominação egípcia, os núbios forneciam ao ocupante outros materiais de valor, como peles de animais, marfim, ébano, gado e cavalos. Com isso, muitos egípcios foram morar na região de Kush e muitos kushitas se mudaram para o norte. Os egípcios também construíram grandes templos e monumentos no local. Um dos centros religiosos de Kush, próximo à terceira catarata do Nilo, era dedicado à estátua do deus egípcio Amon. Outra herança cultural notável foram as pirâmides. Porém, as pirâmides das duas nacionalidades são diferentes. As dos kushitas são mais baixas e mais pontudas.
Uma civilização africana que rivalizou com o Egito.
O primeiro faráo negro foi Piye. A ascenção dos faraós negros trouxe à tona questionamentos sobre o suposto atraso da supremacia africana.
Em 715 a.C. Piye falece. Seu irmão Shabaka assume o poder com o nome de Pepi II. Este empreendeu novos projetos em Luxor, como estátuas e diques (que impedem a inundação das casas).
Taharqa , filho de Piye, teve um exército exemplar com vitórias militares, o que garantiu estabilidade em territórios egípcios. Ampliou o templo de Amon construindo dois templos aos pés do monte Jebel Barkal, onde acreditava-se que o deus Amon haveria nascido. Com investidas dos militares assírios, seu reinado perdeu forças e recuou. Foi o último faraó negro.
Em 715 a.C. Piye falece. Seu irmão Shabaka assume o poder com o nome de Pepi II. Este empreendeu novos projetos em Luxor, como estátuas e diques (que impedem a inundação das casas).
Taharqa , filho de Piye, teve um exército exemplar com vitórias militares, o que garantiu estabilidade em territórios egípcios. Ampliou o templo de Amon construindo dois templos aos pés do monte Jebel Barkal, onde acreditava-se que o deus Amon haveria nascido. Com investidas dos militares assírios, seu reinado perdeu forças e recuou. Foi o último faraó negro.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Amanhã eu e o Vinão Alobrasil estaremos dando uma entrevista pro Programa "Rap Du Bom" na 105 FM
http://www.radio105fm.com.br/ , apresentado pelo renomado Rapper Rappin Hood, não perca, a partir das 20:30hs !
...E de lá iremos pra Franco da Rocha, levar o Ragga pro evento "Ritmo de Rua", avante !
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Da onde surgiu os
Dreadlocks ?
Foto: Ras Serjão, amigo e Militante dos Dreadlocks
cultivados a mais de 20 anos !
Ao contrário do que se pensa, os DreadLocks não nasceram com o movimento rastafari e com Bob Marley, o uso de dreads é tão antigo que se torna impossível datar corretamente quando começaram a ser utilizados.
Mas o que se sabe é que povos que habitavam a região da Índia foram provavelmente os primeiros a se utilizar dos locks principalmente por uma questão de praticidade: os cabelos tornavam-se longos e era extremamente difícil corta-los, então, deixavam que se enrolassem e com o óleo natural do couro cabeludo torciam os cabelos para que conservasem uma forma cilíndrica, que diminuía o volume e tamanho do cabelo original.
Porém os Dreadlocks tornaram-se famosos com o movimento rastafari.
Os Rastafaris não cortam ou penteam os cabelos por motivos religiosos, baseando-se em citações bíblicas.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
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